A Circular da FIFA nº 1936 detalha as principais regras do RSTP sobre a categorização dos clubes e os períodos de registro. Ela esclarece o marco aplicável às transferências e ao registro de jogadores, trazendo orientações práticas para entender quando e como as movimentações podem ser validadas, a fim de garantir a conformidade dos procedimentos em nível nacional e internacional.
Última atualização: 12/02/2026 Experimente GRÁTISA Circular da FIFA nº 1936 é um documento oficial publicado pela FIFA em 16 de julho de 2025. Esse texto trata de artigos do Regulamento sobre o status e a transferência de jogadores da FIFA (RSTP), especialmente a indenização de formação, a categorização dos clubes e os períodos de registro dos jogadores.
A Circular da FIFA nº 1936 introduz ajustes em diversos pontos do Regulamento sobre o Status e a Transferência de Jogadores (RSTP). São eles:
A Circular da FIFA nº 1936 destaca as normas que devem ser respeitadas pelas organizações de futebol para garantir a transparência e o bom funcionamento regulatório.
A Circular da FIFA nº 1936 está estruturada em torno de dois eixos principais:
A Circular da FIFA nº 1936 desempenha um papel determinante na clarificação das regras aplicáveis às transferências internacionais de jogadores. Esse documento reforça diversos pontos centrais do Regulamento sobre o Status e a Transferência de Jogadores (RSTP).
Ao exigir que as associações membros informem seus períodos de registro diretamente no TMS, a FIFA garante maior rastreabilidade das transferências. Essa exigência ajuda a evitar erros administrativos e promove maior segurança jurídica para clubes e jogadores.
O documento especifica as modalidades de categorização dos clubes de acordo com sua política de formação. Essa classificação é essencial para o cálculo das indenizações de formação nas transferências internacionais.
Segue a tabela oficial da FIFA das indenizações por categoria e por confederação:
| Confederação | Categoria I | Categoria II | Categoria III | Categoria IV |
|---|---|---|---|---|
| AFC | - | USD 40 000 | USD 10 000 | USD 2 000 |
| CAF | - | USD 30 000 | USD 10 000 | USD 2 000 |
| Concacaf | - | USD 40 000 | USD 10 000 | USD 2 000 |
| CONMEBOL | USD 50 000 | USD 30 000 | USD 10 000 | USD 2 000 |
| OFC | - | USD 30 000 | USD 10 000 | USD 2 000 |
| UEFA | EUR 90 000 | EUR 60 000 | EUR 30 000 | EUR 10 000 |
Com um prazo fixado em 31 de julho de 2025 para o ano civil seguinte (1º de janeiro a 31 de dezembro de 2026), a circular impõe às associações uma rápida adequação de seus sistemas nacionais. O objetivo dessa medida é garantir a correta aplicação das regras da FIFA em todos os países membros, contribuindo assim para o fortalecimento da governança do futebol mundial.
A circular complementa o Regulamento sobre o Status e a Transferência de Jogadores (RSTP) em temas frequentemente abordados no exame de agente FIFA, o que a torna um documento essencial para a prova oficial.
A compreensão do funcionamento dos períodos de registro é útil na carreira de um agente esportivo. Permite, por exemplo, saber quando um jogador pode ser registrado em um clube, em conformidade com as regras da FIFA. A Circular da FIFA nº 1936 enfatiza a importância de inserir essas datas no sistema TMS, o que pode impactar a validade de uma transferência ou de um contrato.
A categorização também é mencionada no texto. Esse ponto é muito importante, pois está diretamente relacionado ao cálculo das indenizações de formação. O domínio dessas categorias é essencial para responder a questões relacionadas às compensações financeiras.
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Além disso, é possível realizar provas simuladas para avaliar sua evolução e seu nível em condições semelhantes às da prova oficial.
A Circular da FIFA nº 1936 é um documento fundamental para compreender as regras que regulam as transferências internacionais de jogadores. Ela traz esclarecimentos essenciais sobre dois pontos centrais do Regulamento sobre o Status e a Transferência de Jogadores (RSTP): a categorização dos clubes e os períodos de registro no TMS.
Com a implementação desse texto, a FIFA busca reforçar a transparência nas transferências, assegurar uma distribuição justa das indenizações de formação e garantir a conformidade regulatória das associações membros. Esses elementos têm impacto concreto na gestão cotidiana das carreiras de jogadores profissionais.